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  O café na ótica da Medicina Chinesa: remédio ou veneno?   Muitas vezes, olhamos para o café apenas pela cafeína, mas a Medicina Tradicional Chinesa (MTC) convida-nos a olhar para a sua “energia”. Na China, embora o chá seja o rei, os manuais académicos analisam o café como uma substância potente que move o Qi (energia), mas que exige cuidado. O perfil energético De acordo com a farmacopeia chinesa, o café tem natureza morna e sabor amargo. Ele atua principalmente nos meridianos do Coração, Fígado e Baço. Ø   Como benefício: Ele "desperta o Espírito", move a energia estagnada do Fígado (alivia o stress) e ajuda a secar a "humidade" excessiva do corpo. Ø   Como custo: Por ser muito secante, o café pode consumir os nossos fluidos internos ( Yin ) e agitar o Coração, levando a palpitações ou ansiedade. Um alerta: café logo após as refeições A medicina convencional diz que o café prejudica a absorção de nutrientes e a MTC explica o porquê.   A ...
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  Muitas mulheres chegam à idade adulta com desequilíbrios que se iniciaram na adolescência e nunca foram verdadeiramente tratados. O que começou como cólicas fortes ou ciclos irregulares transforma-se em situações mais complexas como: síndrome pré-menstrual, alterações de humor intensas, tensão nos seios, inchaço abdominal, enxaquecas que surgem todos os meses, quistos nos ovários, miomas, endometriose, etc. A resposta médica convencional passa por medicação hormonal, analgésicos, anti-inflamatórios ou, nos casos mais graves, cirurgia. No entanto, estes tratamentos não resolvem a origem do problema, e a mulher fica presa num ciclo de sintomas que afeta a sua qualidade de vida. Para a medicina chinesa, estes problemas são sinais de desequilíbrios energéticos que se foram acumulando com o tempo. Quando a mulher vive em stress, frustração e tensão emocional é comum ocorrer a estagnação do Qi do Fígado, que se manifesta em irritabilidade antes da menstruação, dor e tensão nos seios ...
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  A chegada da primeira menstruação é um momento fundamental na vida de uma jovem mulher. Este deveria ser um momento feliz, acontecendo de forma natural e sem grande desconforto. No entanto, muitas adolescentes experienciam ciclos irregulares, dores fortes, cólicas incapacitantes, intensas alterações de humor e outros sintomas que interferem significativamente com a sua vida escolar e social. Frequentemente, a resposta médica convencional passa pela prescrição de pílulas anticoncecionais para "regular" o ciclo e aliviar a dor. Embora estas possam resolver temporariamente os sintomas, não tratam a verdadeira causa dos desequilíbrios e trazem consigo uma série de efeitos secundários que podem interferir na saúde hormonal, óssea e emocional da mulher num momento determinante do seu desenvolvimento. Na perspetiva da medicina chinesa, a menstruação é vista como um reflexo do equilíbrio energético do corpo. Quando uma jovem apresenta ciclos dolorosos ou irregulares desde a menar...
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  É possível que tenhas crescido a ouvir que os homens não choram, que têm de ser fortes e que mostrar o que sentem é sinal de fraqueza. E, então, aprendeste a engolir, a empurrar para dentro tudo o que dói, tudo o que assusta, tudo o que te faz sentir vulnerável. Mas, com o passar dos anos, aquela dor que fica guardada dentro de ti vai consumindo a tua energia, a tua paz, e a tua saúde. Sentir não é uma fraqueza, faz parte do “pacote” de Ser humano. Reprimir emoções não as faz desaparecer, apenas as transforma em tensão, em irritabilidade, em doenças que o corpo grita quando a voz as silencia. Dar espaço aos teus sentimentos não é perder o controlo. É recuperá-lo. É deixar de estar constantemente a reprimir emoções que depois explodem nos momentos errados, com as pessoas erradas. É parar de carregar sozinho um peso que nunca devias ter sido obrigado a carregar. Sentir de forma consciente é um ato de coragem. E tu mereces essa liberdade!! A liberdade de Ser humano, de ter medo, d...
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  "Não me reconheço." É uma frase que ouço de mulheres na fase da menopausa. Como se, de repente, não se identificassem com o seu corpo. Não se reconhecessem na mulher que são. E isso dói-lhes profundamente!! Tenho, no entanto, vindo a descobrir que esta fase pode ser diferente. Pode ser “o momento” em que a mulher finalmente olha para si mesma. Com o fim dos ciclos mensais e mais consciente de si mesma, talvez pela primeira vez em muito tempo, exista espaço para a pergunta: “E agora? O que é realmente importante para mim? Na vivência desta etapa, o processo de “Despertar para o Ser integral” estimula o equilíbrio físico e emocional, cria silêncio interior, auxilia na libertação de crenças e padrões limitadores e proporciona uma forma de comunicar que respeita o que sente. É possível viver esta etapa como uma oportunidade, para parar e permitir-se um novo olhar. Com o fim da fertilidade externa, a mulher pode ganhar espaço para a fertilidade interna: a calma, a presença e o a...
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  Às vezes, não é a dor que nos traz à terapia. É algo mais subtil. Uma sensação de que há algo esperando para ser descoberto em nós, mesmo que ainda não saibamos bem o quê. Este "acordar para dentro" é um dos gestos mais bonitos que podemos oferecer a nós mesmos. Não vem com a urgência ou o desespero de uma doença. Vem com uma vontade serena de nos compreendermos a nós próprios. Todos carregamos histórias, padrões antigos, crenças que absorvemos no caminho. Algumas continuam a guiar-nos, mesmo quando já não servem quem nos tornámos. E quando permitimos olhar para tudo isto com ternura, sem julgamento e sem pressa, algo pode transformar-se dentro de nós. É um momento em que deixamos de procurar respostas e começamos simplesmente a escutar. A escutar o corpo, que fala através de sensações. A escutar as emoções, que pedem apenas para serem reconhecidas. A escutar esse espaço mais silencioso em nós, que só aparece quando há calma suficiente para o receber.
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  “Ninguém encontra nada, mas eu sei que algo não está bem." Lembro-me bem destas palavras. Dores de cabeça que não davam tréguas. Uma tensão no peito. Irritabilidade. Um cansaço profundo que o descanso não alcançava. E os exames? Todos normais. Mas há já algum tempo que aprendi: o corpo não mente. Começámos por fazer algo simples, parar e juntos observar: Como se manifestavam aquela dor e tensão? Desde quando ali estavam? Depois, aos poucos, fomos descobrindo. Havia uma necessidade guardada há anos. Um limite que nunca tinha sido dito. Uma voz que não tinha encontrado espaço. Com o tempo, as dores começaram a aliviar. Não de repente, mas de forma natural. Não era "tudo da cabeça". Era tudo de uma pessoa que precisava de ser ouvida por inteiro. O corpo, a mente, as emoções, estão sempre em diálogo. E quando finalmente lhes damos atenção, observamos o conjunto, algo se transforma. Se sente que "algo não está bem", mas não consegue nomear o quê... talvez seja te...